O
cicio dos ventos,
Um
breve rubor da face,
A
luz que passa por uma fresta,
A
sombra que revela a forma...
Uma
flor ao chão,
O
sorriso de um pensamento,
O
orvalho ao amanhecer,
A
paz do silêncio...
Somente
a alma sensível
Entende
tais belezas;
Somente
o olhar atento
Percebe
as nuances simples;
Somente
o entendimento disposto
Absorve
esta complexidade.
Não
há pressa, não pode haver...
Não
há medo...
Não
há dúvida...
O
coração compassivo
Se
atavia com tais visões
E
prossegue sua jornada
Ainda
mais leve.
Nossa Laurinha, que lindo... viagei longe através do poema para sentir todas as belezas.
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