quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Me tomei pela mão
E me trouxe ao papel
Com caneta em punho
Me forcei a viver
O maior dos meus prazeres pessoais:
Escrever!

Guiei-me até aqui
Para dizer o mais profundo de mim,
Ainda que não seja meu.
Para sussurrar o que cala no peito.
Para atentar para o que ecoa
No fundo de um poço.

Me deixei conduzir por mim
Para este lugar seguro.
Lugar conhecido, mas pouco visitado
Onde sempre me prometo voltar
Com maior frequencia...

Me permiti cumprir a promessa...
Eis-me aqui!




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