O amor chegou sem pedir permissão
Acomodou-se sem reservas em meu coração
Alterando seu ritmo
Dando-lhe mais conforto
Iluminando-me os olhos.
O amor chegou e fez morada
Mostrou-me seu rosto
Revelou-me suas nuances e formas
Impulsionou-me a uma vida melhor.
O amor, em mim, foi bem recebido
Com surpresa e alegria
Com a liberdade e a tranquilidade
De quem vem acompanhado da confiança,
Dando a certeza de uma vida repleta de sensações.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Aquele Sonho
O travesseiro me contou seus sonhos
Que esquisito me dizer tudo aquilo...
Enquanto durmo fala como se recitasse
Poema sem cor, movimento e cheiro.
O travesseiro não é silente
É paciente... e repete, repete
Como que para eu não esquecer
Me relata suas aventuras
Encobre suas desventuras
Tempera suas estórias
Me faz crer que são reais.
Acordo duas, três vezes
Me lembro dos detalhes, do som
O encaro incrédula,
Sua criação é tão real...
Volto a dormir
Torno-me cúmplice...
Pela manhã, de olhos semi-cerrados,
Acredito que todo aquele sonho
Era meu!
Que esquisito me dizer tudo aquilo...
Enquanto durmo fala como se recitasse
Poema sem cor, movimento e cheiro.
O travesseiro não é silente
É paciente... e repete, repete
Como que para eu não esquecer
Me relata suas aventuras
Encobre suas desventuras
Tempera suas estórias
Me faz crer que são reais.
Acordo duas, três vezes
Me lembro dos detalhes, do som
O encaro incrédula,
Sua criação é tão real...
Volto a dormir
Torno-me cúmplice...
Pela manhã, de olhos semi-cerrados,
Acredito que todo aquele sonho
Era meu!
Milhões de pensamentos
Muitas idéias
Letras de música
Dados, cartas, sorte e revés
Mas não acho o tema do momento.
Teorias, teoremas, ideologias
Sonhos, ideais, idéias
Viagens, fotos, monumentos
Explosões de imagens
E não vejo a cor do momento.
Pessoas, sentimentos, solidão
Amor, amizade, cordialidade
Dor, pesar, luto
Gestação, vida, plenitude
Tudo e nada, pouco e muito
E não é este o agora do momento.
O que há sou só eu.
O agora sou eu.
A cor sou eu.
O tema sou eu.
E eu, neste momento,
Não sou sequer uma linha.
Muitas idéias
Letras de música
Dados, cartas, sorte e revés
Mas não acho o tema do momento.
Teorias, teoremas, ideologias
Sonhos, ideais, idéias
Viagens, fotos, monumentos
Explosões de imagens
E não vejo a cor do momento.
Pessoas, sentimentos, solidão
Amor, amizade, cordialidade
Dor, pesar, luto
Gestação, vida, plenitude
Tudo e nada, pouco e muito
E não é este o agora do momento.
O que há sou só eu.
O agora sou eu.
A cor sou eu.
O tema sou eu.
E eu, neste momento,
Não sou sequer uma linha.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Não quero me tornar conhecida
Não é para isso que escrevo
Não é por admiração ou vaidade
Quero compartilhar momentos
Ouvir corações aflitos
Contar alegrias incontidas
Fazer parte de outros momentos
Quando outros olhos lerem os meus
Quando outros corações sentirem o meu
Quando outra alma ser tocada pela minha
Esse é o meu compromisso
Com o papel e a caneta
Com a tela e o teclado
Esse é o meu desejo
Compartilhar emoções, medo
Alegria, inquietude e solidão
Olhar pelo papel a alma de quem lê
E, como espelho, ver-me nela e
Vê-la em mim...
Não é para isso que escrevo
Não é por admiração ou vaidade
Quero compartilhar momentos
Ouvir corações aflitos
Contar alegrias incontidas
Fazer parte de outros momentos
Quando outros olhos lerem os meus
Quando outros corações sentirem o meu
Quando outra alma ser tocada pela minha
Esse é o meu compromisso
Com o papel e a caneta
Com a tela e o teclado
Esse é o meu desejo
Compartilhar emoções, medo
Alegria, inquietude e solidão
Olhar pelo papel a alma de quem lê
E, como espelho, ver-me nela e
Vê-la em mim...
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