terça-feira, 13 de julho de 2010

Absolutamente absorvida
Pela vida que passa
Sem ter chance de viver

No clichê do dia a dia
Prossegue sem parar
Sem pensar, sem sentir

O tempo escorrendo pelos dedos
E junto vão os sonhos
E junto vai a vida

Não dá para fugir
Da fuga em que vive
Não pode se entregar
Ao sonho de uma vida real

Então continua...
Como há tempos está,
Por preguiça ou inocência,
Na eterna falta de si.

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