segunda-feira, 19 de abril de 2010

Paz...

A brisa suave balança meus cabelos
Olho para o céu e contemplo seu azul
Não há nada que traga tamanha paz

A plenitude do espaço,
O infinito do tempo
E as manifestações naturais

Montanhas verdejantes
Mares explodindo em ondas
Vales que se perdem dos olhos...

É o paradoxo da magnitude
Em oposição à paz reveladora.

Paz que se faz presente...
Tranquiliza o coração
Anima a vida
Dá segurança ao caminhar

Paz...

Um comentário:

  1. Laurinha, o blog está lindo. E o que eu poderia esperar de quem me disse que certas coisas não morrem jamais? Poesia pura. Gostei especialmente do post do dia 25/3. Virei sempre. Beijos. Marla

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