Quantas vezes nos sentimos assim, sós... perdidas!
Precisamos só de um ombro, um abraço, um olhar...
Precisamos saber o que realmente faz sentido, e o que não faz.
Precisamos de instrução...,
De olhos que vejam por nós..., e em nós...
De palavras que soem reconfortantes...
De abraços que acolham a alma.
Quantas vezes nos sentimos assim..., tolhidas!
Sem tempo para nada que não seja apenas responsabilidades.
Quando constatamos essa perda,
(Porque se não há acréscimo, há perda...)
Sentimos o vazio, sentimos o vão
A distância entre aquilo que poderíamos ser
E o que verdadeiramente somos...
Quantas vezes nos sentimos assim, irrealizadas...
Incompletas!
Precisando tão somente de um momento,
De um minuto...
(E então recorremos a tudo, a todos
Indiscriminadamente...)
Aparentemente não há nada que nos console,
Não há nada que nos guarde,
Não há ninguém que nos oriente...
Mas basta um minuto,
Basta um segundo
Para que olhemos para dentro
E ali, no lugar menos provável,
Nos nossos corações
Encontremos paz, a trégua...
Perfeito!!
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