Comecei uma reforma
De dentro para fora,
Como estas devem ser,
Para que não haja desânimo,
Para que o que importa chegue antes...
Comecei lá no meu íntimo,
Mudando motivações,
Escolhendo o amor próprio.
Reflexo imediato em tantas outras áreas,
Como que se houvesse trocado
Um espelho quebrado por um novo!
Ânimo dobrado,
Sigo trocando lâmpadas queimadas.
Iluminação imediata no olhar:
Do olhar sobre mim, sobre o mundo...
Iluminação direta no sorriso...
A beleza interna insofismável
Expande-se dentro de mim.
Movimentos iniciais...
Tudo tem um começo!
Esta maré é a que move.
Daqui em diante
Reformulo, reformo, troco
Porque sempre posso melhorar.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Carta de um Desconhecido
Esse contato com o novo,
Que é antigo e conhecido,
Que é você...
Contato incontido,
Medo estrondoso.
Não sei o que vejo
Meio nebuloso,
Meio temerário,
Meio infinito...
Não me sinto tanto
É um busca do que não sou
Um medo de descobrir
Que não é tudo isso
Nem tão profundo,
Nem tão intenso,
Nem tão extenso...
Medo de descobrir
A superficialidade do que sou
Por isso a superficialidade
Me é tão comum...
Conhecimento tão superficial
Relacionamentos tão superficiais
Vida tão superficial
Não quero ver o que sou
Não por medo de me descobrir estranho
Mas por medo de me descobrir raso...
Esse tempo, essa introspecção
Não me excita,
Me aterroriza,
Me toma em temor.
Queria tanto ser mais,
Queria tanto ver e acreditar
Que é possível ser melhor
Que é possível ser alguém
Que não eu!
Que é antigo e conhecido,
Que é você...
Contato incontido,
Medo estrondoso.
Não sei o que vejo
Meio nebuloso,
Meio temerário,
Meio infinito...
Não me sinto tanto
É um busca do que não sou
Um medo de descobrir
Que não é tudo isso
Nem tão profundo,
Nem tão intenso,
Nem tão extenso...
Medo de descobrir
A superficialidade do que sou
Por isso a superficialidade
Me é tão comum...
Conhecimento tão superficial
Relacionamentos tão superficiais
Vida tão superficial
Não quero ver o que sou
Não por medo de me descobrir estranho
Mas por medo de me descobrir raso...
Esse tempo, essa introspecção
Não me excita,
Me aterroriza,
Me toma em temor.
Queria tanto ser mais,
Queria tanto ver e acreditar
Que é possível ser melhor
Que é possível ser alguém
Que não eu!
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
INHOTIM
Coração em palpitação
Essas cores,
Essas formas,
Esse som...
Tantas emoções
Expressas de formas diferentes...
Natureza exuberante,
Verdes de mil tons,
Flores de texturas variadas,
Lagos infinitos,
O céu por moldura.
Inhotim,
O contraste entre o natural e o concreto,
A composição entre a matéria prima e a obra de arte,
O encontro das criações do Criador e da criatura.
A façanha de nos mover ao nosso próprio encontro...
De sutilmente voltar nossos olhos para nós,
Apesar de estarmos olhando para fora...
De silenciosamente confrontar nossa pequenez...
Inhotim,
Encontro com o novo,
Reencontro com o antigo,
Contato com o que somos...
Essas cores,
Essas formas,
Esse som...
Tantas emoções
Expressas de formas diferentes...
Natureza exuberante,
Verdes de mil tons,
Flores de texturas variadas,
Lagos infinitos,
O céu por moldura.
Inhotim,
O contraste entre o natural e o concreto,
A composição entre a matéria prima e a obra de arte,
O encontro das criações do Criador e da criatura.
A façanha de nos mover ao nosso próprio encontro...
De sutilmente voltar nossos olhos para nós,
Apesar de estarmos olhando para fora...
De silenciosamente confrontar nossa pequenez...
Inhotim,
Encontro com o novo,
Reencontro com o antigo,
Contato com o que somos...
Um silêncio profundo tomou meu coração
Revelando paz e tranquilidade
Fecho os olhos capturando o momento,
Abraço meu corpo acolhendo tal graça.
Recebo de mim mesma essa paz
Fruto de passos lentos e leves,
Fruto de um olhar paciente,
Fruto de uma calma construída.
Essa bonança, pós tempestades mil,
É bem vinda e tende a ser duradoura.
Esse tesouro, ora encontrado,
Me é particularmente especial.
Tais bençãos são presentes
Colhidos após plantio árduo
E colheita singela
Frutos de auto-conhecimento e aceitação.
Revelando paz e tranquilidade
Fecho os olhos capturando o momento,
Abraço meu corpo acolhendo tal graça.
Recebo de mim mesma essa paz
Fruto de passos lentos e leves,
Fruto de um olhar paciente,
Fruto de uma calma construída.
Essa bonança, pós tempestades mil,
É bem vinda e tende a ser duradoura.
Esse tesouro, ora encontrado,
Me é particularmente especial.
Tais bençãos são presentes
Colhidos após plantio árduo
E colheita singela
Frutos de auto-conhecimento e aceitação.
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